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Polícia Civil investiga morte de dentista em Patos de Minas; namorado suspeito do crime foi detido

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A Delegacia de Homicídios de Patos de Minas investiga a morte da dentista Roberta Pacheco, de 22 anos, que estava internada em coma induzido desde o dia 4 de março, depois de ter passado mal no quarto de um hotel onde estava com o namorado. Roberta morreu neste domingo (17) no Hospital Regional Antônio Dias e foi sepultada na manhã desta segunda-feira (18), em Três Marias, cidade onde nasceu.

O namorado de Roberta, o oftalmologista Daniel Tolentino, de 39 anos, foi preso temporariamente pela Polícia Civil na manhã desta segunda-feira, como suspeito do crime. Na casa dele foram apreendidos medicamentos e dinheiro de origem duvidosa.

“Foram apreendidos medicamentos de origem duvidosa e essa diligência faz parte de investigação para verificar o que o médico faz no consultório dele. Trabalhamos com informações de que eles usaram drogas no dia, o que pode ter ocasionado na morte da vítima. Outros mandados de busca apreensão serão feitas. Vamos descobrir a causa da morte e o que aconteceu no quarto”, disse o delegado de homicídios Érico Rodovalho, responsável pela investigação.

O caso

Conforme apurado pelo MG1, na madrugada do dia 4 de março o casal foi para um hotel no Bairro Lagoa Grande. Em depoimento, Daniel contou à Polícia Militar (PM) que, após terem relações sexuais, Roberta teve uma convulsão, seguida de uma parada cardíaca.

Roberta foi retirada do quarto e, no corredor do hotel, Daniel tentou reanimá-la. Depois, ele pediu ajuda ao porteiro, que chamou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levou a jovem ao Hospital Regional.

No dia, o oftalmologista contou à polícia que Roberta teria consumido a bebida “xeque-mate”, composta de vodca e chá mate. Daniel também disse que não sabe se a namorada tomava algum tipo de medicamento e negou que tenha tentado dopá-la com algum tipo de droga.

A PM esteve no hotel conversou com o porteiro, que confirmou a versão do namorado e disse que essa foi a primeira vez que eles se hospedaram no local. O porteiro também falou à PM que Daniel chegou ao hotel pela manhã e, durante o período da noite voltou acompanhado da namorada e que ambos aparentavam estar sóbrios.

Ainda segundo a PM, o porteiro disse ainda que por volta das 2h da madrugada, Daniel teria saído do quarto para buscar algo no carro, mas não soube informar do que se tratava. Ao tentar socorrer a moça, o porteiro disse que viu objetos eróticos no quarto e que a jovem estava com um par de algemas em um dos braços durante a convulsão.

Por fim, o porteiro alegou que o casal havia consumido apenas água e refrigerante disponibilizados pelo hotel e que não viu drogas e nem bebidas alcoólicas no quarto.


Fonte: G1 Triângulo Mineiro

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